É 4h da manhã, gosto seco e metálico; vejo um enorme branco que preenche totalmente minha mente, nenhuma memória ousa macular paz, não quero me preocupar com essas memórias, sou feliz com o branco que agora vejo, infelizmente não dura muito, o que era uma delicia me mata de tédio, os desejos obsessivos por qualquer que seja o pecado de pensamento estupraram essa paz, que instinto é esse? A quanto tempo ele mora comigo? Fora essas perguntas, o instinto habita entre um branco único e intenso aqui dentro, não esperava por isso, mas esse sentimento foi evoluindo, senti uma dor enorme nas minhas pernas, a dor é vermelha, de um vermelho vivo, um pensamento vermelho vivo. Mas isso não é um pensamento, a dor é física, resolvo deixar de olhar pra dentro, e olho pra fora e vejo meus dedos cravados às pernas, cravados a ponto de fugirem-nas as cores, talvez seja o vermelho por dentro, mas não é isso que me impressiona, é meu corpo nu, por um momento esqueço a dor, e ignoro meus instintos naturais sendo assassinadas pela dor, e observo meu corpo totalmente nu, minhas unhas estão pessimamente cuidadas, mas não extintas de algum zelo, a falta de cor também consumiu tudo por fora, a cama, o lençol, as paredes, percebo que estou tremendo, seria de dor? Não, talvez seja de frio, sinto frio só de olhar nas paredes, um azulejo marcado com o tempo, sussurrando seu passado sombrio e caótico, sussurrando alertas frenéticos e distantes, suficientemente frenético a ponto de os colocar tão longe, urgências nunca foram meu forte; hábito herdado da infância, digo. Vejo o florescer azul claro, um florescer leve como o cheiro doce e calmo de um abraço, analogia incoerente é meu forte, digo. Meu susto veio em seguida, acompanhado de um leve surto, ao perceber que o azul é minha pequena metrópole de veias nesse braço, mais fraco e branco que o habitual, mas não é isso que me chama a atenção, são essas veias, azul, verdes, essas duras cores, essa indecisão de cores que me impressiona, meu pequeno surto durou até eu ter certeza, essas veias não são minhas, logo: pouco me importa as cores. Não são meus, pois não os sinto, como também não sinto a mão com seus dedos que compõem esses braços, dedos que cravam essas pernas, que definitivamente não são mais minhas, não mais. A dor passou, não sei de quem roubei essa dor, mas o vermelho vivo e eloqüente nem se quer vejo mais.
sábado, 24 de outubro de 2009
Hopital psiquiátrico e seu esquizofrênico
terça-feira, 16 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Acho que a vida quis brincar comigo hoje, minha boca se enche de todos os gostos, me delicio com o que agora desconheço, e creio que vou viver com esse desconhecimento sem prazo estipulado. Meu coração acelera, me perco em devaneios distintos dos de ontem. Aromas, degusto aromas, que gosto seria? tenho vontades, desejos, quero gritar, quero gritar incoerências. Que aperto estranho é esse? esqueci dos meus remédios?Tenho certeza que não, é até clichê no meu cotidiano. Acho que fugi dos padrões clinicamente prováveis, um louco define melhor do que um provido de razão e circunspecção; sou um louco me definindo completamente perdido e condenado. Fecho os olhos, tento enxergar meus sentimentos, vejo uma mistura tão complexa de tudo; sinto todas as delicias da vida, com pecado, com carinho, com luxuria, com pureza, com desejo, com amor! Tudo tão agridoce, tão entorpecente! Abro os olhos e me vejoassutasdo, me vejo pálido, sinto-me cheio de defeitos, cheio de impurezas, cheio de vontade de ser proporcional a toda essa recepção de emoções, sentimentos, desejos, sabores e cheiros que incondicionalmente me entorpecem! Mal percebo diante de uma mulher, diante de um sorriso, diante de um sutil e breve contato no braço, um envolvente olhar, não me engano por esses olhos puxados eapertadinhos sorrindo pra mim, seus olhos brilham enquanto a silhueta de seus lábios pestanejam algo, uma tentativa que me parece ser exageradamente lenta em dizer algo, quando percebo ela ao menos iniciou todo esse movimento; Quero dizer que a amo, quero dizer coisas inexplicáveis sobre o que um milhão de filósofos teriam dificuldade em discernir. Acho que agora ela vai dizer algo, não sei porque mas me vejo num sonho, eu e ela, vestido de príncipe, ela de princesa, cavalos, um branco e outro negro enormes e umceu azul, nuvens se movendo lentamente, estou caído, e ela sobre mim, olhando no meu rosto corado, enquanto escondo meu enormes desejos. Estou completamente apaixonado, completamente apaixonado! (...)
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Na penumbra que me engole, me dissolve, me dilui; também faz fluir um demente insensível e insaciável, não sei dizer se essa metamorfose me modificou tanto, nem ao menos se é progresso, ou retrocesso, só sei dizer que neste momento estou transformado, transformado sobre pilares, tais construídos tão a pouco tempo; sobre pilares agora reside um monstro, um monstro que vê o mundo logo abaixo, como que implorando por minha atenção, tão mundo tem nome, identidade e endereço fixo, agora o mundo é meu cliente, que suspira como quem quer contar um segredo inocente; enquanto globos oculares de inquietam de uma extremidade a outra, seu rosto quase inexpressível antes, agora alterna no ritmo preciso do calor de suas idéias, em busca do melhor pensamento para começar a dizer, enquanto fico constrangido por sentir inveja do mundo sob pilares, ele se delicia, como numa pré overdose, se delicia; Engraçado como suas expressões são de um adolescente vivendo seu melhor momento!
segunda-feira, 18 de maio de 2009
no divã
Novamente no divã, enquanto observo um emaranhado de sombras brincarem com a silhueta do ambiente, em uma lâmpada turva e que balança ao centro de um ventilador que parece ser insuficiente de oficio, titubeando esdruxulamente, como quem quer deixar claro que está cansado, que quer exalar sua alma, exalar seus conflitos, os seus e de todos os patologicamente compatíveis aos meus devaneios, ele é cúmplice ao meu analista, cometem todos os dias os mesmos pecados, se omitem à verdade, enquanto vivo meu cotidiano instável e desesperador fora daqui, ambos estão conscientes disso, ambos estão aptos a me crucificarem, mas não o fazem.
Hoje em especial, quero deixar claro que não estou em condições de falar, minha mente não está preparada em dividir turbilhão de idéias com uma comunicação simples; quero dizer algo, dizer sobre alguém, sobre um sentimento, sobre as condições injustas desse sentimento, desse inquilino estranho, que me incomoda, quero apresentar esse passageiro, e já celebrar o velho momento de despedida do mesmo, quero apresentar esse amigo volátil, não quero sentir todas essas dores sozinho; adianto: já o vejo saindo pela porta, não eu, nem meu analista, mas o inquilino, ele foi grosso o suficiente a deixar uma cicatriz no meu psicológico, no meu acervo de sentimentos tão lapidados, bruscamente lapidados.
sábado, 28 de março de 2009
relato esquizofrenico
domingo, 22 de março de 2009
Desabafo expressivo de um esquizofrenico
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Depoimento de um esquizofrenico
A alguns poucos quilômetros de minha residência já me encontro, com uma lasca de arvore cavo uma cova, em um ritual quase que proposital insiro o pequeno caderno desgastado entre as paredes de terra úmida e escura, pensamentos vem em minha mente, conversam comigo, suplicam, arranham minha mente e por algum momento sinto um ódio reprimido vindo dessas sensações, como um ato de desespero inesperado, como se contasse com sua eternidade viva, em memórias de quem quisesse, flutuando em liberdade, exercendo influencias e sensibilizando a natureza da vida, permutando passado, futuro e presente como de interesse próprio, desrespeitando as diferenças, as boas e as más oportunidades naturais. Como que por instinto fui enterrando e me inebriando com sensações extremamente peculiares, sentia o ar livre, como se nunca tivesse sentido isso. Alivio? Liberdade? Satisfação?
Não percebi que estava sorrindo, não percebi que estava me deliciando com esses sentimentos, também não percebi que estava chovendo, e muito, parecia chorar, não me preocupo em saber se é de alegria, ou infelicidade, creio que não posso ser culpado de atos tão puros e coerentes. Não quero me preocupar com a hora, não quero me importar com limites do quanto posso me sentir assim, e me sentir assim sempre foi tão raro, espero que essa chuva dure, agora é só isso que espero...
sábado, 24 de janeiro de 2009
Depoimento de um psiquiatra
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Ambições Seretas - parte II por Tatiele e Dinho
De repente aparecem o Sr. Smith, Dinho, Jp Guimarães vindo do portão, e Ana surge aos fundos do jardim, vindo do pomar onde ela geralmente passa horas observando e cuidando de flores, Tatiele se prontifica a demonstrar total desconforto com a presença de todos a sua casa sem horário marcado, um breve pensamento surge se questionando sobre a coincidência daquilo tudo, mas se limita a perguntar o que todos estavam procurando, todos, sem exceção se justificam pelo grito vindo da residência,isso justiça, porem o que todos estavam fazendo tão próximos a residência, o grito foi alto, mas não a ser ouvido a mais de meia quadra Dalí. Isso parece ser um mistério a ser investigado por Sr. Smith, mas e quem o irá investigar?
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
*e verdade
*no final tudo se repete e sem graça
*vamos fazer uma novela
*??
*haushau
¬ ¬ Đιιиhσ ¬ says:
*ahuahauhau
*bora dmais
*como fica o elenco?
*dxa eu ser do mal?! Muhaha
Tatiele says:
*ela sofreu um acidente de carro
*no qual perde a mae
*e fica so com o pai
*dai ela começa a namorar com o menino lindoo
*mais alguma personagem gostava dele
*eu como nao gostava de ver a felicidade das pessoas
*começoo a atrapalhar
*vai continua ..
¬ ¬ Đιιιиhσ ¬ says:
A amiga com problema na perna se chama Sophia, ela perde a mãe que ama muito, o pai entra no alcoolismo e morre dois anos depois da morte da mãe, Sophia herda uma fortuna, mas não da valor ao dinheiro. tem uma mansão em cada continente, e se entrega aos livros de uma biblioteca humilde de interior, o bibliotecário da idade dela, que também perdeu os pais, antigos bibliotecários, ele tem um problema psicológico, não sente vergonha, nem medo, e até então nunca tinha conhecido o amor. O nome dele é Arthur, ele não gosta de falar com pessoas, gosta de ler, e é o homem mais desejado na sua cidade, tem uma beleza irracional. Sophia se encanta com a forma inexpressiva de Arthur, e se aproxima pra fazer perguntas sobre ele, mas ele é frio e insensível com ela, o que deixa-a muito triste, e fica sem voltar a biblioteca. Ele não parou de pensar no momento desde então, e começa a pensar muito nela, na presença dela, no cheiro dela, e percebe-se sentindo falta de alguém, sendo que não sentiu nem dos pais. Ela está na casa de uma amiga chamada Tatiele, que não para muito em casa, possui um negocio muito importante em vários países e quando chega de uma das viagens que durou algumas semanas encontra a amiga diferente, pensativa, distante. Conversa um pouco com Sophia e descobre o que aconteceu com Arthur. Tatiele fica irritadíssima com Arthur e vai na biblioteca. Qdo chega lá é recebida Por Dinho, um filhinho de papai que quer tudo, comprou a biblioteca e pensa em fazer da biblioteca um bar pra qdo visitar a cidade se divertir por ali. Tatiele logo percebe que Dinho é uma pessoa astuta, agressiva nas palavras e insensível, mas logo percebe que a maioria disso é só por fora, e vê nele uma pessoa imatura e perdida no mundo, que sofre em confusões de sentimentos, fazendo-se passar por feliz e dono de tudo. Tatiele sabe que o Dinho é um cara legal por dentro, mas seus sentimentos por ele se limita apenas a curiosidade
Tatiele tem uma amiga de infância, a filha de uma governanta da casa, uma garota linda, da mesma idade que ela, viveram a vida toda juntas. Ana tem um coração puro e sem malicia, e Tatiele sempre achou muito engraçado isso, sempre se diverte por ela ser tão inocente, um dia antes de viajar, Tatiele vai no escritório do Dinho, tentar novamente falar com Arthur sobre Sophia, Dinho novamente a recebe, e com muito descaso fala que estão ocupados, Tatiele empurra Dinho pra ele sair da frente e vai ao encontro de Arthur, Ana esta junto de Tatiele, Ana fica pra trás, e Dinho se recompõe do empurrão, desamassa sua roupa, e vê Ana. Olha fixamente a ela, ela desvia o olhar, não é acostumada a olhar nas pessoas assim, sente vergonha disso, principalmente da forma que ele a olha, ele a observa, cada traço, cada expressão, o tempo anda devagar, como se pudesse ouvir a respiração dela.
Tatiele says:
*dai ele a beija
¬ ¬ Đιιιиhσ ¬ says:
Não.
Tatiele foi ver Arthur, disse mta coisa, ele pediu desculpas e ficou extremamente interessado em a ver novamente. Ela falou que é melhor ele ser mais gentil, ou faria com que ele se arrependesse do próprio nome, e marcou do garoto ir na casa dela as 18h.
Dinho se aproxima de Ana
Tatiele says:
*dai aparece um sábio de 96 anos chamado jp esse senhor que conhecia muito bem as mulheres mais que sempre magoava elas
¬ ¬ Đιιιиhσ ¬ says:
kkkkkkkkk
não, ele não tão velho, ele é um olheiro, olheiro de modelos, que conhecia muito bem a mente das mulheres, era extremamente insensível, transava com as as modelos e as que diziam ter perfil pra isso, abusando de interesses e sonhos.
Dinho se aproxima de Ana, atraído pelo calor da sua presença, pelo calor de seu corpo, pelo seu cheiro, pelo seu rosto rosado. Tatiele surge empurra ele de novo, e diz sem olhar pra Dinho: ela não é pro seu bico rapazinho.
Tatiele says:
*haha
*eu so má
¬ ¬ Đιιιиhσ ¬ says:
Pega Ana pelos braços e na saída encontra Jp, esbarram e machuca Ana com umas pastas que estava em mãos. Tatiele fica possessa e diz - olha por onde anda! - Ele pede desculpas, e observa as duas. Tatiele diz: não vai sair da frente? não posso esperar a vida inteira. - Jp diz:- bom, no mínimo devo me apresentar, sou Jp Guimarães, estou na cidade por um tempo curto, mas posso afirmar que foi o suficiente pra conhecer traços femininos que em oficio não encontro tão fácil - Tatiele diz: - e daí?! Escolheu tantas palavras, mas faltou-lhe escolha de movimentos, mova-se 1 metro e meio a esquerda ou sua visita aqui pode ser mais marcante como diz. - Jp diz: - Gosto disso, seu perfil é o que mais me agrada, vou ser objetivo então, sou olheiro de uma empresa famosa de modelos, não sou o melhor, mas sei que vc seria um sucesso, queria vc na minha equipe, estarei no Restaurante as 20h, espero que não tenha planos, pois posso fazer de vc rica. - (entregando o cartão) Tatiele diz: - rica? não estou passando fome, e não preciso dar voltinhas pra ganhar dinheiro, não quero meu cérebro se atrofiando enquanto desenvolvo anorexia e vejo as marcas dos meus dentes nas minhas bochechas, estarei lá as 20h pois é de meu hábito, espero não velo por lá.
Jp vai de encontro a Dinho, que esta na porta, desviando de Jp pra observar Ana, enquanto ela entra num carro preto luxuoso, se dirigindo ao condomínio. Se encontram, se abraçam, riem de algumas piadinhas da velha amizade acadêmica, entram e falam de negócios, mesclado a comentários de mulheres do tempo da Faculdade, tomando whisky importado enquanto Arthur organiza rápido os documentos do novo bar a ser aberto na próxima semana, ansioso pelo termino de expediente.
Tatiele says:
*chegando em casa Tatiele encontra sua irmã Taiane que acaba de chegar de Lisboa, onde Tatiele havia matriculado ela , dai Taiane começa a brincar de repente vc escuta os gritos
¬ ¬ Đιιιиhσ ¬ says:
*eee...?
Tatiele says:
*taiane acaba de ser assassinada
¬ ¬ Đιιιиhσ ¬ says:
*continua
Tatiele says:
*tatiele nao fica muito chocada, e manda Ana ir ao encontro de Jp, dai vem as suspeitas quem mataria Taiane ...
¬ ¬ Đιιιиhσ ¬ says:
*kkkkkkkk
*foi vc oras, eu não matei ninguém no meu texto, ahahah
Tatiele says:
*poderia ser sua irmã para ficar com toda fortuna ,poderia ser um inimigo da família ,ou poderia ser o Dinhoo para se vingar de Tatele
¬ ¬ Đιιιиhσ ¬ says:
não, o dinho não teria coragem
Tatiele says:
*ex que ocorre uma grande polemica
*sua mãe contrata um grande e famoso detetive cuja o nome e Sr.Smith
*continua ....
¬ ¬ Đιιιиhσ ¬ says:
*Sr. Smith é um charlatão, fala mais que faz, é envolvido com assuntos macabros, e sua presença na cidade incomoda muita gente, Tatiele fica em casa pra cuidar do corpo da irmã, da policia, e de servir de informações o Sr. Smith, a mãe de Tatiele é muito distante, fez contato por telefone e a 2 anos não vê Tatiele. Ela não se da mto bem com o Sr. Smith, mas resolve atende-lo por não ter ctza se é por ele ou pela sua mãe que não se da bem com o perfil de Sr. Smith. Tatiele manda Ana ao restaurante pra comunicar Jp que não poder-a ir e manda Sophia ao jardim, para esperar Arthur
(continua...)
Tatiele says:
Ao chegar Sophia encontra Arthur que a trata muito bem, mas não deixam de pensar em Tatiele e em sua atitude que o surpreendeu fica meio estranho ao lado de Shopia mais se sente muitoo bem ao seu lado ,pois sua companhia o agrada muitoo,faz ele esquecer de seus problemas mais não de Tatiele e sua ameaça
¬ Đιιιиhσ ¬ says:
No jardim, enquanto Arthur conversava com Sophia, e pensava na Tatiele, ouviu barulhos estranhos vindo de algum canto do jardim, Sophia não escutou, pios estava encantada com a presença de Arthur, ambos continuam a conversa, Sophia tem uma das pernas substituída por uma prótese caríssima, e é sua maior vergonha, não antes, mas agora, por estar apaixonada por um homem extremamente perfeito, Sophia procura palavras pra tentar explicar, está se sentindo péssima por sentir dificuldades em ser honesta com ele, com medo de que ele se afaste dela por isso. Enquanto isso Tatiele e Sr. Smith passam frente a eles, Tatiele ri satisfeita a Sophia e cumprimenta Arthur, mas percebe-se andando sozinha, olhando pra trás vê Sr. Smith olhando o casal, fitava minuciosamente, enquanto mexia seus bigodes grisalhos e oleosos, mania tal que só surgia quando desconfiava de algo,
Tatiele says:
Então rapidamente Tatiele sai com o Sr.Smith de lá, Arthur fica a olhar para Tatiele com um olhar diferente um olhar de cobiça ,curiosidade. Então Ana chega e fala para Tatiele que o Jp marcou um outro encontro e que gostaria de ter sua presença neste novo encontro.
¬ ¬ Đιιιиhσ ¬ says:
Mas no encontro com Jp, Dinho estava lá, na mesma mesa, Ana tenta ser rápida, mas Dinho pede que ela se sente, ela hesitou um pouco, mas sentou. Dinho sorri de forma constante, Ana tenta não prestar atenção nisso e informa o que aconteceu a Jp, que em sequência agradece o recado a Ana, e envia seus sentimentos a Tatiele, diz que estará de volta em uma semana, e remarca. Ao tentar se levantar Dinho segura sua mão, tenta dizer algo, hesitante diz que a presença dela dxa as coisas diferentes, Ana agradece e se levanta.
Tatiele says:
Mas Dinho nao desiste e vai atrás de Ana que parece fugir de Dinho.Mas Dinho segura seu braço e fala que nunca esqueceu dela e que seus sentimentos são verdadeiros e que gostaria de poder ver Ana novamente
¬ Đιιιиhσ ¬ says:
Ana se sente um pouco nervosa pela ousadinha de Dinho, e não percebe quando ele tenta beijá-la. Mas é bloqueado pelo olhar de Ana, confuso Dinho para, a alguns centímetros de sua boca, sente o cheiro suave de seus lábios, quase a perder o juízo escuta Ana dizer: preciso ir. e mesmo com ela saindo, ele ainda sente o cheiro delicioso da sua boca. Perdendo em devaneios percebe mãos em seus ombros, Jp ri e comenta: quem diria héin?!
Enquanto isso Sophia e Arthur conversam, enquanto observam Tatiele e Sr. Smith ao portão conversando de forma intrigante e tediosa.
Tatiele says:
Então Sr.Smith fala: vc acha que Sophia é realmente uma pessoa de confiança ?
Tatiele: sim caro Sr.Smith, ela nunca me deixou duvidadas de sua lealdade para com minha humilde pessoa. Diz Sr.Smith: ta bom, sei. já ouvi muitas historias assim e sempre no final as pessoas acabam sabendo quem realmente é a sua pessoa de confiança. E nunca são as que eles dizem.
Sr. Smith - Pois e tenha uma boa noite Tatiele.
Tatiele - Igualmente Sr.Smith espero amanha ter alguma pista .
Com isso Arthur e Sophia conversam por longas horas, ao perceber que Tatiele esta sozinha, despede de Sophia e vai ao encontra de Tatiele, que diz : como foi com Sophia vc tratou ela bem? e de vc se não fizer minha amiga feliz.
¬ ¬ Đιιιиhσ ¬ says:
*Arthur, como sempre pouco expressivo comenta que deve mto a Sophia, mas garante que não espera mais que isso da historia. Tatiele pergunta por quê?! Ele simplesmente diz que sempre foi uma pessoa sozinha, e não quer mudar muito as coisas. Tatiele então convida-o a entrar, ele recusa, ela insiste e ele acaba cedendo. Enquanto andam de volta a casa ele nota que Sophia ainda está no banco, Tatiele sabe que ela ainda está nervosa por causa do seu problema, e tenta não dxar Arthur envolvido com aquela situação, ao passar por ela diz: estaremos lá dentro tomando algo e conversando, não demora muito aí fora, já esta noite. Ela consente, e ambos entram, e ao passarem pelo hall ouvem um grito desesperado de Sophia, ambos correm de volta e ficam perplexos com o que estão vendo, de repente...
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